Viny Games

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Arquivos do mês de dezembro de 2009

Adicionando musicas ao seu Frets On Fire

Postado por Viny Games Em 29 de dezembro de 2009

http://farm3.static.flickr.com/2298/2059866720_b9855bfdd6.jpg

Adicionar musicas ao Frets On Fire é muito simples, por isso não vou nem elaborar um tutorial com imagens nem nada, porque você verá que o processo é tão simples que nem é necessario isso.

1.baixe a musica aqui da Viny Games na seção Frets On Fire

2. Descompacte a musica na pasta data\songs do seu Frets on fire

3. Prontinho, agora é só jogar.

ATENÇÂO: A pasta dentro da pasta data tem o nome de “songs” não confunda com “sounds” , caso a pasta “songs” não existe , crie-a, e coloque as musicas dentro dela.

Criando Cd Label para suas musicas

Postado por Viny Games Em 29 de dezembro de 2009

Passo 1:Criando Label

Primeiro vamos abrir no Photoshop um novo arquivo com 1800×1800 pixels, para
trabalharmos com uma imagem com boa qualidade para o caso de uma
posterior impressão.

Eu modifiquei a cor de fundo da nossa imagem para cinza, para que o CD e
seus efeitos de transparência sejam mais bem visualizados. Crie uma nova
camada e nomeie-a como “disco”, escolha a cor de sua preferência para o Foto.

Escolha a ferramenta Letreiro Elíptico, e nas opções no
topo do aplicativo, mude o estilo de Normal para Fixed
Size
, então marque a altura e largura para 1600px. Clique
no centro da tela para posicionar o círculo, clique e arraste para
centralizá-lo ou use as setas direcionais do teclado

Pressione então as teclas Alt + Backspace em seu teclado,
para pintar o círculo com a cor de preenchimento escolhida
anteriormente, e em seguida Ctrl + D para
desmarcar a seleção.

Mantenha a camada do círculo ativa e selecione novamente a ferramenta Letreiro Eliptico, agora ajuste a altura e largura para 200px.
Posicione a seleção no centro do círculo. Para que ela fique bem
centralizada, você pode ativar a grade (Grid),
pressionando o atalho Ctrl + aspas simples em seu
teclado, pressione o atalho novamente para ocultá-la.

Em seguida, pressione o botão Delete, para apagar
a área selecionada no centro do círculo e em seguida Ctrl
+ D
para desmarcar a seleção. Este será o buraco no centro
do CD.

Agora vamos criar um efeito de borda no CD, clicando no botão de efeitos
da barra de camadas, selecione o efeito Traçado.

Preencha com o valor 15 a opção Tamanho e deixe a cor
como branca, para finalizar clique em OK(Mude a cor para branco)

Clique com o botão direito no efeito Traçado, dentro
da barra de camadas, em seguida em Criar Camada.
Agora teremos uma camada diferente para o efeito de borda do CD, que
ficará com o nome.

Com a camada da borda do disco selecionada, aplique o efeito Filtro>Artistico>Plastificação, com as seguintes configurações:

Agora vamos deixar as bordas do disco transparentes, na barra de
camadas, diminua para 50% a opacidade da camada, em Opacidade.

Crie uma nova camada novamente, e deixe-a acima de todas as outras.
Renomeie-a como “centro transparente”. Deixe a cor de fundo branca,
então selecione a ferramenta Letreiro Eliptical, com
a opção Tamanho Fixo selecionada e deixe a altura e
largura em 300px.

Posicione o círculo bem no centro do CD, em seguida, sem desmarcar a
seleção, Mude o valor da altura e largura para 190px e posicione o

círculo novo menor bem no centro(Apertando Alt). Utilize o atalho Alt
+ Backspace
para preencher a seleção, e não a desmarque ainda.

iminua a opacidade desta camada também para 50%, em Opacidade,
na barra de camadas.

Passo 2:Colocando e Ajustando Foto

Abra Uma Foto Quanquer e Cole no Arquivo e Redimensione Por toda a tela

Mude a pacidade do album ou da foto para 50 , e deixe somente a foto e o modelo do cd Visivel

Va em Editar>Transfomar>Derformar, e deixe o logotipo da banda e o nome da musica ou album visivel

Mude a opacidade da foto do album ou musica para 100, e aperte na camada da label Clicando ctrl pasa selecionar ela:

Depois Vam em Selecionar>inverter,e aperte a tecla DEL,depois deixe visivel todas as imagens e junte elas apertando CTRL + E , delete a imagen de fundo para deixar a sua label com foto transparente,
Va em Imagen>tamanho da imagen , e defina 600 para altura e largura

E salve. pronto sua label estara pronta

Agradecimentos especiais a Frets_on_Hero

Memórias e Dados

Postado por Viny Games Em 25 de dezembro de 2009

http://infrasolucoes.inf.br/loja/wp-content/uploads/2009/07/memorias-ram-ddr3-1.png

Existe um tipo de memória que permite armazenar dados na ausência de corrente elétrica, trata-se do ROM(Read Only Memory, cuja tradução literal é “memória só de leitura”) chamado memória morta, às vezes memória não volátil, porque não se apaga quando o sistema não tem alimentação.

Este tipo de memória permite nomeadamente conservar os dados necessários para o arranque do computador. Com efeito, estas informações não podem ser armazenadas no HD já que os parâmetros do disco (essenciais ao seu arranque) fazem parte destes dados vitais à escorva.

Diferentes memórias de tipo ROM contêm dados indispensáveis ao arranque, ou seja :

BIOS

http://www.virtual-fusion.com/ficheiros/artigos/Flash_Bios/Bios.jpg

O BIOS é um programa que permite pilotar os interfaces de entrada/saída principais do sistema, daí o nome de BIOS ROM dado às vezes à microplaqueta de memória morta da placa-mãe que o aloja.

O carregador de arranque :

um programa que permite carregar o sistema de exploração em memória (viva) e lançá-lo. Este procura geralmente o sistema de exploração no leitor de disquete, seguidamente no HD, o que permite lançar o sistema de exploração a partir de uma disquete sistema no caso de disfuncionamento do sistema instalado no HD.

CMOS

http://www.positiveoffset.com/Parts/555-CMOS-Timer.jpg

O Setup CMOS, é o ecrã disponível no arranque ignição do computador, que permite alterar os parâmetros do sistema (frequentemente chamado BIOS erradamente…).

POST

O Power-On Self Test (POST), programa executado automaticamente à escorva do sistema que permite fazer um teste do sistema (é para isto, por exemplo, que vê o sistema “contar” a RAM ao arranque).

Já que os ROM são muito mais lentos que as memórias de tipos RAM (um ROM tem um tempo de acesso de aproximadamente 150 NS enquanto uma memória de tipo SDRAM tem um tempo de acesso de cerca de 10 NS), as instruções contidas no rom são às vezes copiadas em RAM no arranque, fala-se então de shadowing (em português isto poderia traduzir-se por sombra, mas fala-se geralmente de memória fantasma).

Os tipos de ROM

Os ROM evoluiram pouco a pouco de memórias mortas para memórias programáveis, e seguidamente reprogramáveis.

ROM

http://www.clubedohardware.com.br/imageview.php?image=40

O primeiro ROM foi fabricado com a ajuda de um método que inscreve directamente os dados binários numa placa de silício graças a uma máscara. Este método é agora obsoleto.


PROM

http://byfiles.storage.live.com/y1pciPEoIlqBsNBKyt3lAwzaZImuOVOUK4ihl28_uYaymZF2a8qgv0c5_sXG392rg0-bfMBx-hSNoANcL78hcnXm6WvDn1nXWqh

PROM (Programmable Read Only Memory) foi criado nos finais dos anos 70 pela firma Texas Instruments. Estas memórias são microplaquetas constituídas por milhares de fusíveis (ou de diodos) que podem “ser grelhados” graças a um aparelho chamado “programador de ROM”, aplicando uma forte tensão (12V) aos compartimentos memória que devem ser marcados. Os fusíveis assim grelhados correspondem ao 0, os outros ao 1.

EPROM

http://img.vivaolinux.com.br/imagens/artigos/comunidade/eprom.jpg

Os EPROM (Erasable Programmable Read Only Memory) são PROM que podem ser apagados. Estas microplaquetas possuem uma vidraça que permite deixar passar raios ultravioletas. Quando a microplaqueta está na presença de raios ultravioletas de certo comprimento de onda, os fusíveis são reconstituídos, ou seja, todas as bits da memória são de novo de 1. É por esta razão que se qualifica este tipo PROM de apagável.

EEPROM

http://www.microgenios.com.br/news/imagens/24c04.jpg

Os EEPROM (Electrically Erasable Read Only Memory) são também PROM apagáveis, mas contrariamente aos EPROM, estes podem ser apagados por uma simples corrente eléctrica, ou seja, podem ser apagadas mesmo quando estão posicionadas no computador.

Existe uma alternativa destas memórias chamada memórias flash (igualmente ROM Flash ou Flash EPROM). Contrariamente aos EEPROM clássicos, utilizando 2 a 3 transístores por bit a memorizar, a flash EPROM utiliza só um transistor. Por outro lado, o EEPROM pode ser escrito e lido palavra por palavra, enquanto que a flash pode ser apagada apenas por páginas (a dimensão das páginas em constante diminuição).

Por último, a densidade da memória flash é maior, o que permite a realização de microplaquetas que contêm várias centenas de Megabytes. EEPROM são assim de preferência utilizados para memorização de dados de configuração e a memória flash para o código programável (programas informáticos).

Qualifica-se de exposição a acção que consiste em reprogramar um EEPROM.

O melhor sistema operacional

Postado por Viny Games Em 25 de dezembro de 2009

http://www.bicodocorvo.com.br/wp-content/uploads/2009/03/so.jpg

Na nossa vida tanto virtual como real, nos deparamos varias vezes com está pergunta, e depois de eu ter ouvido várias barbaridades e de brigas a respeito do mesmo resolvi escrever este artigo para dizer qual o melhor sistema operacional.
Não sou nenhum fã da microsoft, e apoio open-source (tanto que este site é movido a wordpress, que roda em PHP, que tem como banco de dados mysql, que tem como servidor web o apache e que roda em Linux – Todos open-source).

http://robisleyferreira.files.wordpress.com/2009/09/microsoft_vs_linux.jpg

É comum hoje, tanto na blogosfera como na vida real encontrarmos pessoas que criticam incansavelmente a microsoft e seus produtos, principalmente seu sistema operacional. Ainda por cima vangloriam o Linux.

Tá bom, mas o que há de errado nisto?

O erro está é que muita gente diz que o “Linux é o melhor sistema operacional”, que “windows só trava e pega vírus”. Tá bom, nada de errado nisto, porém há uma controvérsia.

Cerca de 60% das pessoas que me dizem isto, nunca viram Linux rodando. Como você afirma que algo que você nunca viu e usou é melhor do que algo que você usa todos os dias?

Tem gente que até se espanta quando dizemos que o Linux é open-source (e que no geral também não sabem o que é open-source) e gratuito (nem todas as distribuições). Dizem afirmar isto porque viram um amigo ou site na internet dizendo isto. Não o utilizam porque Linux é difícil, não roda seus jogos e programas, e etc.

Então pense comigo, se o Linux pra você é muito difícil, não roda os jogos e programas que você gosta, e mesmo o Windows sendo ruim e só travar e pegar vírus, você o utiliza porque ele faz o que o Linux não faz. Então a resposta é simples, o Linux NÃO é o melhor sistema operacional pra você, e sim o Windows (ou qualquer outro, como Mac)

Agora por exemplo, para o dono da empresa em que eu hospedo este blog, que depende de todos os softwares citados acima que são open-source (e que rodam em Linux – apesar de rodarem também em Windows) para por meu blog no ar, para ele Linux é o melhor sistema operacional.

Você não deve usar um sistema operacional (ou um software qualquer) porque dizem que ele é melhor, você deve utilizar o que supre todas as suas necessidades. Se o seu sistema operacional faz tudo o que você precisa, logo, ele é o melhor pra você.

Vale uma ressalva é que não estamos analisando dados técnicos entre os sistemas operacionais e a facilidade de aprendizado, mas sim se ele supre as necessidades que você tem.

Então vamos parar com está mania de falar pra todo mundo que o sistema operacional “X” é melhor do que o “Y”, e sim analizar para que fins a pessoas quer o sistema, e ai sim indicar, o sistema operacional “X” roda todos os jogos que você gosta. O SO “Y” é mais estável para sua empresa e etc.

Espero que tenham gostado.
Abraços!

Os vírus e o Linux

Postado por Viny Games Em 25 de dezembro de 2009

http://pplware.sapo.pt/wp-content/images2009/imagem_virus_linux.jpg

Os vírus são programas mal intencionados que fazem algo em sua máquina que você não gostaria que fizessem, sem seu conhecimento ou permissão. Após o vírus ser ativado, ele infectará outros arquivos/programas.

A plataforma UNIX não é muito vulnerável a vírus, que são muito comuns nas demais plataformas como Windows (3.1, 95, 98, ME) e Macintosh, pois eles não trabalham com múltiplos usuários nem permissão de arquivos.

O Linux tem definições claras sobre permissões de arquivos, usuários, grupos. Nele, um vírus pode afetar apenas o usuário que executou o programa, ao contrário de plataformas como o Windows, onde o que estiver sendo executado tem controle total sobre a máquina. Isso faz com que seja, na melhor das hipóteses, difícil o desenvolvimento de vírus pra Linux.

Então já existe vírus pra Linux?

Alguns vírus de teste de conceito foram criados, porém, eles são propagados apenas se forem executados como root e não podem se espalhar remotamente, apenas infectar outros arquivos binários na própria máquina (ou disponíveis através do NFS). É possível que sejam desenvolvidos vírus para plataforma Unix, mas até hoje, não há nenhum.

http://mundosebrae.files.wordpress.com/2008/10/duvida.jpeg

Mas então, qual a função dos anti-vírus pra Linux?

Há anti-vírus que rodam no Linux e você deve ouvir falar neles de vez em quando. Na verdade, esses programas permitem que uma máquina Linux procure vírus de computadores pessoais, máquinas Macintosh, etc, e não propriamente vírus para Linux. Esses anti-vírus são muito utilizados quando o Linux está rodando como servidor de email ou arquivos, permitindo que sejam pesquisadas todas as mensagens que forem recebidas, por exemplo.

Para evitar problemas, evite trabalhar como “root”, e nem pense em entrar na net como tal.

Phenom Vs Athlon

Postado por Viny Games Em 25 de dezembro de 2009

http://www.techrockstar.com/wp-content/uploads/2009/06/AMD%20Athlon%20Phenom%20II%20X2.jpg

O Phenom é a mais nova série de processadores da AMD baseada na nova microarquitetura K10. Neste tutorial listaremos todas as principais especificações técnicas de todos os modelos do Phenom lançados ou anunciados até o momento.

Para uma explicação mais aprofundada sobre a nova arquitetura K10, leia nosso tutorial Por Dentro da Microarquitetura K10 da AMD.

As principais diferenças entre o Phenom e o Athlon 64 são as seguintes:

Uso de um cache de memória L3

http://media.bestofmicro.com/phenomII-athlonII-L3cache,G-I-223506-13.jpg

Uso de um barramento HyperTransport 3.0 entre o processador e o chipset, aumentando a largura de banda disponível entre o processador e o mundo externo. É importante notar que até o momento os processadores Phenom não trabalham com o desempenho máximo oferecido pelo barramento HyperTransport 3.0.

Uso de linhas separadas de alimentação para o processador e para o controlador de memória, que está embutido dentro do próprio processador (esta tecnologia também é conhecida como “split-plane” – “alimentação dividida” – ou DDPM, Dual Dynamic Power Management, ou Gerenciamento Elétrico Dinâmico Duplo).

Uso de um gerador de clock para o controlador de memória com um valor fixo. Isto resolve o problema que acontece com o Athlon 64 onde dependo do modelo do processador as memórias não funcionam em seu desempenho máximo.

http://www.scambo.com.br/prod/imgs/aeeb37973394ed6f43d55421282aede50c019c33.jpg

Suporte para memórias DDR2 até DDR2-1066/PC2-8500 (processadores Athlon 64 suportam até DDR2-800/PC2-6400) nos modelos para soquete AM2+; suporte para memórias DDR3 nos modelos para soquete AM3, que também suportam memórias DDR2 quando instalados em placas-mãe AM2+ certificadas.

Existem mais diferenças entre os processadores Phenom e os processadores Athlon 64, como você pode aprender lendo no site da AMD.

Os processadores Phenom podem ser instalados em placas-mãe soquete AM2 antigas, mas eles estarão limitados à taxa de transferência de 4.000 MB/s do HyperTransport 2.0, não usufruirão da tecnologia DDPM e o controlador de memória trabalhará com a clock menor (1,6 GHz).

Alguns modelos do Phenom II são projetados para uso em placas-mãe soquete AM3 e funcionam com memórias DDR3 quando instalados nessas placas-mãe. Eles são, porém, compatíveis com placas-mãe AM2+, só que trabalham com memórias DDR2.

http://techreport.com/r.x/2008_3_18_B3_Phenom_arrives_in_Damage_Labs/b3-phenom.jpg

Até agora a AMD lançou modelos do Phenom de três e quatro núcleos, e Phenom II de dois, três e quatro núcleos, com as seguintes especificações técnicas para todos os modelos:

* Cache de memória L1 de 128 KB por núcleo.
* Cache de memória L2 de 512 KB por núcleo.
* Cache de memória L3 de 2 MB compartilhado por todos os núcleos (4 MB ou 6 MB nos modelos Phenom II).
* Barramento HyperTransport 3.0 trabalhando a 1,6 GHz (6.400 mb/s), 1,8 GHz (7.200 MB/s), 2 GHz (8.000 MB/s), dependendo do modelo. Note que o HyperTransport 3.0 oferece taxas maiores (2,4 GHz/9.600 MB/s e 2,6 GHz/10.400 MB/s) que ainda não estão sendo utilizadas;
* Soquete AM2+ ou AM3 (alguns modelos do Phenom II).
* Processo de fabricação de 65 nm (45 nm nos modelos Phenom II).
* Conjunto de instruções “SSE4a”, que é simplesmente a adição de duas novas instruções SSE e não tem nada a ver com o SSE4.1 existente nos mais recentes processadores da Intel e que traz 47 novas instruções.
* Modelos “Black Edition” possuem o multiplicador de clock destravado, significando uma maior capacidade para overclock, já que eles podem ser configurados como se fossem um processador de clock mais elevado.

no Club Do Hadware é possivel ver uma tabela de todos os phenom disponiveis até agora e suas especificações, clique abaixo para ver as tabelas:

Tabela Phenom X3
Tabela Phenom X4
Tabela Phenom II X2
Tabela Phenom II X3
Tabela Phenom II X4

Informações Por : Club Do Hardware

Recuperando CDs Arranhados

Postado por Viny Games Em 25 de dezembro de 2009

http://www.nought.de/james/cd.jpg

Todo usuário alguma vez na vida já se deparou com o problema de ter um CD arranhado. No caso de CDs de dados (CD-ROM), o CD não é lido corretamente pela unidade, dando erro de leitura. Já no caso de CDs de áudio, o CD “pula” quando colocamos para tocar.

A primeira providência ao encontrar um CD dando erro de leitura é limpá-lo, para ver se não é uma sujeira que está em sua superfície que está impedindo a sua leitura. Você pode inclusive lavar o CD suavemente com um pouco de detergente, usando os dedos da mão para limpar o CD (não use esponja, pois a esponja pode arranhar o CD). Se continuar dando erro, experimente ler ou tocar o CD em outra unidade. Se em outra unidade (ou em outro aparelho de som, no caso do CD de áudio) o CD estiver apresentando o mesmo sintoma (dando erro de leitura ou pulando, no caso de CDs de áudio), então significa que ele está arranhado.

Olhando contra a luz a superfície de gravação (o lado oposto ao do rótulo) de um CD dando esse tipo de problema, você conseguirá facilmente identificar um ou mais arranhões existentes. Os dados de um CD estão gravados em uma camada reflexiva dentro dele, camada essa que é prateada nos CDs comerciais e normalmente dourada nos CDs-R. Essa camada reflexiva é envolvida por uma camada plástica transparente (policarbonato), que tem justamente a função de proteger a camada metálica do CD e permitir que um rótulo seja impresso no lado que não é usado para a leitura.

http://www2.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20020820/fotos/cd.jpg

A unidade de CD-ROM ou o CD player utilizam um feixe laser para ler a camada reflexiva. Esse feixe laser atravessa a camada plástica transparente e efetua a leitura. Se a camada plástica estiver arranhada, o feixe não consegue ultrapassá-la, dando erro de leitura ou “pulando” a música. Ou seja, os dados a serem lidos ainda estão dentro do CD, o problema é em sua camada plástica.

Como o conteúdo do CD está preservado, é possível recuperar um CD arranhado fazendo um polimento da sua superfície plástica. Se após os procedimentos de limpeza que sugerimos acima o CD continuar dando erro de leitura, basta você polir a superfície do CD com pasta de dentes. Isso mesmo, pasta de dentes. Funciona que é uma beleza e você não irá gastar uma fortuna comprando kits de limpeza profissionais. O polimento deverá ser feito usando um chumaço de algodão sobre os arranhões. Esfregue suavemente o chumaço de algodão com a pasta de dentes até os arranhões sumirem ou então você perceber que eles já saíram ao máximo. Pode ser que a pasta de dente crie novos arranhões, mas esses serão superficiais que sairão facilmente depois. Após ter removido os arranhões, limpe o CD na água.

Se ainda existirem arranhões que a pasta de dentes não removeu, use um polidor de metais (Brasso), da mesma maneira descrita. Por fim, passe vaselina na superfície do CD, bem suavemente (não use força), no sentido de dentro para fora.

O passo final é testar o CD. Se ele passar a funcionar, maravilha. Caso contrário,Repita o Procedimento.

Barramento HyperTransport

Postado por Viny Games Em 25 de dezembro de 2009

http://www.datasolutions.inf.br/pt-br/images/amd-logo.jpg

Os processadores baseados na arquitetura AMD64 – tais como o Athlon 64, o Athlon 64 X2, o Athlon 64 FX, o Opteron, o Sempron e o Phenom – têm dois barramentos externos. Um é usado na comunicação entre o processador e a memória, e é chamado simplesmente “barramento da memória”. Já o outro é usado na comunicação entre o processador e os demais componentes do micro, através do chipset da placa-mãe, e é chamado HyperTransport – este é, portanto, o barramento de entrada e saída. Neste tutorial explicaremos como o barramento HyperTransport funciona e esclareceremos erros comuns que as pessoas assumem a respeito deste barramento.
Em todos os outros processadores – incluindo os processadores da AMD que não sejam baseados na arquitetura AMD64, como o Athlon original, o Athlon XP e os processadores Sempron soquete 462 – o processador tem apenas um barramento externo, também conhecido como FSB (Front Side Bus) ou barramento frontal. Nesta implementação o barramento externo transporta tanto dados da comunicação com a memória quanto da comunicação com os demais dispositivos do micro.
Teoricamente a arquitetura usada nos processadores AMD64 é melhor, já que em teoria eles podem se comunicar com a memória e com os outros dispositivos do micro (como a placa de vídeo, por exemplo) ao mesmo tempo, algo impossível em outros processadores, já que existe apenas um caminho de dados comunicando o processador com o resto do PC.

http://www.hardware.info/images/news/amd_phenom_chip_pins_rgb_01.jpg

Os processadores AMD voltados para o mercado de servidores – ou seja, os processadores Opteron – podem ter um, dois ou até três barramentos HyperTransport, dependendo do modelo. Esses barramentos extras são usados para interconectar vários processadores permitindo, assim, a comunicação entre eles, isto é, são usados em servidores com mais de um processador instalado na placa-mãe. Como os processadores para desktop e notebook não suportam este tipo de configuração eles só têm um único barramento HyperTransport.

Além de permitir que os processadores AMD64 tenham barramentos separados para a memória e para os demais dispositivos do micro, o HyperTransport tem ainda outra vantagem: ele traz caminhos separados para operações de entrada e de saída no processador, permitindo que o processador transmita (“escreva”) e receba (“leia”) dados ao mesmo tempo, em paralelo. Na arquitetura tradicional com apenas um barramento externo como ele é usado tanto para operações de entrada quanto para operações de saída, leituras e escritas não podem ser efetuadas ao mesmo tempo.

http://www.amd.com/us-en/assets/content_type/Additional/1Ghz_Hypertransport.2.JPG

HyperTransport 1.x

O barramento HyperTransport pode operar com diferentes configurações de clock e números de bits que podem ser transmitidos por vez. Esse talvez seja o aspecto que mais causa confusão a respeito do funcionamento do barramento HyperTransport.

O HyperTransport é um barramento criado por um consórcio de várias empresas, incluindo a AMD, a nVidia e a Apple. Este barramento pode ser usado em várias aplicações e não é restrito apenas aos produtos da AMD.

Isto significa que a configuração do barramento HyperTransport usada em um determinado circuito dependerá do desenvolvedor do hardware.

Além disso, alguns desenvolvedores anunciam uma taxa de transferência exagerada do barramento HyperTransport que eles estão usando.

Os atuais processadores AMD64 usam o HyperTransport 1 (HT1) ou o HyperTransport 2 (HT2). Os futuros processadores da AMD usarão o HyperTransport 3 (HT3). Em todos esses casos os processadores da AMD utilizam links de 16 bits, apesar do barramento HyperTransport permitir o uso de links de 32 bits.

O HyperTransport 1 é usado nos processadores soquete 754 e no Sempron soquete AM2 (os demais processadores baseados no soquete AM2 usam o HyperTransport 2.0).

Aqui está um resumo de todos os clocks possíveis e taxas de transferências do HyperTransport 1.x (ou seja, taxas e clocks disponíveis nos processadores soquete 754):

* 200 MHz = 400 MT/s = 800 MB/s
* 400 MHz = 800 MT/s = 1.600 MB/s
* 600 MHz = 1.200 MT/s = 2.400 MB/s
* 800 MHz = 1.600 MT/s = 3.200 MB/s

http://tech-lines.com/wp-content/uploads/2008/08/hypertransport.jpg
O barramento HyperTransport transfere dois dados por pulso de clock, um conceito conhecido como DDR, ou taxa de transferência dobrada.

A fórmula para encontrar a taxa de transferência máxima teórica é a seguinte:

Taxa de transferência = número de bits x clock x número de dados por pulso de clock / 8

Portanto, com os processadores soquete 754, o barramento HyperTransport pode trabalhar a no máximo 800 MHz ou 3.200 MB/s. Algumas pessoas divulgam esses clocks e taxas de transferências usando outros números, gerando muita confusão no mercado:

* Alguns dizem que o clock usado pelo HyperTransport 1.x é de 1.600 MHz. Isto acontece porque como em cada ciclo de clock dois dados são transferidos, o desempenho obtido é similar ao de um clock de 1.600 MHz transferindo apenas um dado por pulso de clock. No final a taxa de transferência será a mesma, já que na fórmula acima em vez de usar “2” para o “número de dados por pulso de clock”, será usado “1”. Isto é a mesma coisa que acontece com as memórias DDR e posteriores, onde o clock anunciado é o dobro do clock real (por exemplo, memórias DDR2-800 trabalham na verdade a 400 MHz transferindo dois dados por pulso de clock).
* A AMD diz que o clock é de 1.600 MT/s. MT/s significa Mega Transferências por Segundo, ou milhões de transferências por segundo. Esta é a maneira correta de se expressar a idéia acima. Transferências por segundo é igual ao clock vezes o número de bits transferidos por pulso de clock.
* Alguns dizem que a taxa de transferência máxima do HyperTransport 1.x é de 6.400 MB/s. Isto acontece porque a taxa de transferência anunciada é para cada caminho de dados (por exemplo, 3.200 MB/s para o caminho de dados de entrada e 3.200 MB/s para o caminho de dados de saída) e algumas pessoas multiplicam a taxa de transferência por dois para cobrir os dois caminhos de dados. Nós não concordamos com essa metodologia. Em resumo, isto é mesmo de dizer que o limite de velocidade de uma pista é de 160 Km/h porque existe um limite de velocidade de 80 Km/h em cada direção. Não faz sentido.

http://www.thepublican.com/Pictures/web/y/y/b/fsb_logo.jpg

Outro conceito que é mal interpretado é dizer que o barramento externo ou FSB do Athlon 64 (ou de qualquer outro processador baseado na arquitetura AMD64) é de 1.600 MHz. Isto está parcialmente correto. Nós podemos dizer isso para operações de entrada e saída (isto é, acesso a periféricos), mas não para a memória, já que os processadores baseados na arquitetura AMD64 têm dois barramentos separados, como vimos. Portanto é melhor que você diga HyperTransport e não “barramento externo” ou “FSB” para não criar confusão.

É importante notar que os processadores AMD podem trabalhar com vários outros clocks menores do que os anunciados 1.600 MT/s (800 MHz). Na verdade eles podem trabalhar com qualquer uma das velocidades listadas acima.

O chipset pode negociar um clock menor com o processador, podendo até transferir 8 bits por vez em vez de 16. Quando os primeiros chipsets para o processador Athlon 64 surgiram a VIA alegou que seu chipset para o Athlon 64, o K8T800, era superior aos concorrentes por trabalhar com o barramento HyperTransport a 1.600 MT/s, acusando a concorrência (sem mencionar nomes) de não usar a taxa de transferência máxima que o HyperTransport permite, mas com uma taxa menor ou até mesmo usando transferências de 8 bits em vez 16.

Em http://www.hypertransport.org/, o site oficial do HyperTransport, você verá que a taxa de transferência máxima do barramento HyperTransport 1.x é de 12,8 GB/s. Esta taxa de transferência máxima é obtida usando links de 32 bits – como explicamos os processadores AMD usam links de 16 bits. Mas se você fizer as contas achará 6.400 MB/s (32 bits x 800 MHx x 2 / . Aqui o consórcio HyperTransport dobrou a taxa de transferência máxima por existirem dois caminhos de dados disponíveis (uma para transmissão e outro para recepção). Como dissemos anteriormente, nós não concordamos com essa metodologia para calcular taxas de transferências.

HyperTransport 2.0

O HyperTransport 2.0 adiciona novos clocks – e conseqüentemente novas taxas de transferências – e um novo recurso, Mapeamento PCI Express, que permite uma interface mais fácil entre o HyperTransport e o PCI Express – em outras palavras, facilita a comunicação entre o processador e os dispositivos PCI Express.

Os novos clocks e taxas de transferências introduzidos pelo HyperTransport 2.0 são os seguintes, assumindo links de 16 bits (que é a configuração usada pelos processadores da AMD):

* 1.000 MHz = 2.000 MT/s = 4.000 MB/s
* 1.200 MHz = 2.400 MT/s = 4.800 MB/s
* 1.400 MHz = 2.800 MT/s = 5.600 MB/s

Dispositivos HyperTransport 2.0 podem também trabalhar com taxas de transferências do HyperTransport 1.x.

http://farm3.static.flickr.com/2076/2442534621_56fe0125c4.jpg

A AMD usa o HyperTransport 2.0 em todos os processadores AMD64 baseados nos soquetes 939 e AM2 (exceto nos processadores Sempron, que continuam usando o HyperTransport 1.0), porém suportando apenas a menor taxa de transferência – na verdade a AMD estava mais interessada no recurso de mapeamento PCI Express do que em uma maior taxa de transferência. Portanto, apesar desses processadores serem baseados no HT2 a taxa de transferência máxima dos seus links HT são de 4.000 MB/s.

Para tornar as coisas ainda mais confusas, a AMD usa várias vezes o nome “HT1” para descrever o barramento HyperTransport dos processadores que têm links HyperTransport trabalhando a 1.000 MHz. Isto é provavelmente para evitar que as pessoas assumam que como elas têm processadores HT2 os mesmos possam trabalhar a no máximo 1.400 MHz (5.600 MB/s), o que não é o caso, como estamos explicando.

Além disso, algumas pessoas se referem a este link HyperTransport 1.000 MHz/4.000 MB/s usado pelos processadores soquete 939 e AM2 como:

* 2.000 MHz. Isto acontece porque como em cada ciclo de clock dois dados são transferidos, o desempenho obtido é similar ao de um clock de 2.000 MHz transferindo apenas um dado por pulso de clock. No final a taxa de transferência será a mesma, já que na fórmula acima em vez de usar “2” para o “número de dados por pulso de clock”, será usado “1”. Isto é a mesma coisa que acontece com as memórias DDR e posteriores, onde o clock anunciado é o dobro do clock real (por exemplo, memórias DDR2-800 trabalham na verdade a 400 MHz transferindo dois dados por pulso de clock).
* 2.000 MT/s. Esta é a taxa de transferência “oficial” da AMD. MT/s significa Mega Transferências por Segundo, ou milhões de transferências por segundo. Esta é a maneira correta de se expressar a idéia acima. Transferências por segundo é igual ao clock vezes o número de bits transferidos por pulso de clock.
* 8.000 MB/s. Isto acontece porque a taxa de transferência anunciada é para cada caminho de dados (por exemplo, 4.000 MB/s para o caminho de dados de entrada e 4.000 MB/s para o caminho de dados de saída) e algumas pessoas multiplicam a taxa de transferência por dois para cobrir os dois caminhos de dados. Nós não concordamos com essa metodologia. Em resumo, isto é mesmo de dizer que o limite de velocidade de uma pista é de 160 Km/h porque existe um limite de velocidade de 80 Km/h em cada direção. Não faz sentido.

http://www.simhq.com/_technology/images/technology_024a_001.jpg

Outro conceito que é mal interpretado é dizer que o barramento externo ou FSB do Athlon 64 (ou de qualquer outro processador baseado na arquitetura AMD64) é de 2.000 MHz. Isto está parcialmente correto. Nós podemos dizer isso para operações de entrada e saída (isto é, acesso a periféricos), mas não para a memória, já que os processadores baseados na arquitetura AMD64 têm dois barramentos separados, como vimos. Portanto é melhor que você diga HyperTransport e não “barramento externo” ou “FSB” para não criar confusão.

Assim como o HyperTransport 1.x é importante ter em mente que os processadores soquete 939 e AM2 podem trabalhar com qualquer clock abaixo de 1.000 MHz.

Mais uma vez os valores oficiais anunciados para o HyperTransport 2.0 pelo consórcio HyperTransport são muito exagerados, já que eles anunciam os valores usando links de 32 bits e multiplicam esses valores por dois pois existem dois links disponíveis (uma para transmissão e outro para recepção). Como mencionamos anteriormente, nós não concordamos com essa metodologia. Por causa dessa metodologia a taxa de transferência máxima teórica do HT2 é anunciada como 22.4 GB/s (1.400 MHz x 32 x 2 / 8 x 2 links).

HyperTransport 3.0

Além de adicionar novos clocks – e consequentemente novas taxas de transferências – o HyperTransport 3.0 traz muitos outros novos recursos em relação ao HyperTransport 2.0, como o modo de operação CA, Divisão de caminho (também conhecido como Un-Ganging), hot plugging e Ajuste dinâmico do clock e da largura do caminho. Os futuros processadores da AMD, como o Phenom, usarão esta nova versão do HyperTransport.

O HyperTransport 3.0 será usado nos processadores baseados nos soquetes AM2+ e 1207+.

O HyperTransport 3.0 adiciona os seguintes novos clocks, mantendo compatibilidade com as taxas do HT1 e HT2 (taxas de transferências assumindo links de 16 bits, que é a configuração usada pelos processadores da AMD):

* 1.800 MHz = 3.600 MT/s = 7.200 MB/s
* 2.000 MHz = 4.000 MT/s = 8.000 MB/s
* 2.400 MHz = 4.800 MT/s = 9.600 MB/s
* 2.600 MHz = 5.200 MT/s = 10.400 MB/s

A AMD está dizendo que seus futuros processadores suportarão a taxa de transferência máxima do HT3 – 10.400 MB/s, que a AMD chama de 5,2 GT/s, ou seja, bilhões de transferências por segundo. Lembre-se, no entanto, que esses processadores ainda serão compatíveis com taxas menores. Isto significa duas coisas. Primeiro, os novos processadores baseados HT3 podem sem instalados em placas-mãe baseadas no HT2 – ou seja, instalar um processador soquete AM2+ em uma placa-mãe soquete AM2 – apesar de eles não obterem o desempenho máximo de entrada e saída. A segunda coisa é que no momento do lançamento alguns chipsets podem não trabalhar a 10.400 MB/s, mesmo que eles seja HT3, similarmente ao que aconteceu quando o Athon 64 foi lançado.

Assim como acontece com clocks menores, provavelmente haverá pessoas chamando o clock máximo do HT3 de 5,2 GHz ou sua taxa de transferência máxima de 20,8 GB/s.

http://oqueijoeosvermes.files.wordpress.com/2008/10/duvida.jpg

Mais uma vez a taxas de transferência anunciadas pelo consórcio HyperTransport são muito exageradas. Eles anunciaram o HyperTransport 3.0 como tendo uma taxa de transferência máxima de 41,6 GB/s. Para obter esse valor eles consideraram canais de 32 bits (e não de 16) e dobraram o número encontrado por causa dos dois canais disponíveis. A matemática usada foi 2.600 MHz x 32 x 2 / 8 x 2 canais. Como dissemos anteriormente, os processadores da AMD usam dois canais de 16 bits, não canais de 32 bits, e nós não concordamos com a metodologia de dobrar a taxa de transferência só porque existe um link para transmissão e outro para recepção dos dados. Nós concordaríamos com isso apenas se os canais estivessem transmitindo dados na mesma direção.

Vamos falar agora sobre as características trazidas pelo HyperTransport 3.0.

O novo modo de operação CA (traduzindo: usando um sistema de sinalização similar ao usado em redes de computadores) permite ao barramento HyperTransport ter distâncias maiores. O objetivo é permitir que o HyperTransport seja usado diretamente para interconectar gabinetes, placas e “backplanes” (placas de circuito impresso que permitem a instalação de outras placas, usado por servidores e computadores industriais). Processadores não usarão este recurso.

http://bitaytes.com/wp-content/uploads/2009/03/bytes-7032251.jpg
A divisão de caminho, também chamado un-ganging, permite que o caminho de 16 bits seja acessado como dois caminhos independentes de 8 bits. Isto pode ser usado para aumentar o número de caminhos disponíveis, permitindo que mais processadores seja interconectados sem usar nenhum hardware sofisticado extra.

Hot Plugging (troca quente) permite que dispositivos HyperTransport sejam instalados e removidos com o barramento em funcionamento. Você não poderá substituir o processador com o micro ligado porque processadores têm muitos outros pinos além do HyperTransport, mas este recurso pode ser usado em servidores de armazenamento baseados no HT3.

E finalmente o Ajuste dinâmico do clock e de largura do caminho, que será usado pelos processadores AMD baseados no HT3 – se eles forem instalados em uma placa-mãe com chipset HT3, é claro. Este recurso permite que o processador mude o clock e o número de bits que estão sendo transmitidos por pulso de clock dinamicamente. A idéia aqui é reduzir o consumo de energia. Por exemplo, se o processador sente que seu barramento HyperTransport a 2.600 MHz (10.400 MB/s) está muito rápido para o que ele está fazendo no momento, ele pode reduzir a velocidade do barramento para 1.000 MHz (4.000 MB/s) – ou para qualquer outro clock que achar mais apropriado. A mesma coisa é válida para o número de bits transmitidos por pulso de clock – ele pode ser reduzido de 16 para o número que o processador achar mais conveniente, baseado na utilização do micro.

Agradecimentos especiais para quem ajudou na conclusão desta matéria:

Club do Hardware
Game Vicio
Devil Slayer
TN4EHI
Google
Microsoft TechNet

Google

Postado por Viny Games Em 25 de dezembro de 2009

http://students.ceid.upatras.gr/~spyronis/images/google_logo.pngGoogle é claramente a melhor ferramenta de busca de propósito geral
na Web. Mas a maioria das pessoas não usá-lo para sua melhor vantagem. Fazer
apenas a encaixa em uma ou duas palavras-chave e de esperança para o melhor?
Essa pode ser a maneira mais rápida de pesquisa, mas com mais
de 3 bilhões de páginas no índice do Google, ainda é uma
luta para aparar os resultados para um número gerenciável.

Mas o Google é uma ferramenta extremamente poderosa que pode facilitar
e melhorar a sua exploração Internet. A busca do Google
vão além do simples palavras-chave, do que a Web e até mesmo os seus
próprios programadores. Vejamos algumas opções do Google, pouco conhecidas:

http://techtracer.com/wp-content/uploads/2008/01/google_search_tricks1.gif

Sintaxe Search Tricks

Usando uma sintaxe especial é uma maneira de dizer ao Google que você
pretende restringir as pesquisas a determinados elementos ou
características de páginas web.

No Help Center do Google você pode obter uma lista completa dessas sintaxes, mas aqui estão alguns operadores avançados que podem lhe ajudar a diminuir
os resultados de sua pesquisa.

Intitle: no início de uma palavra ou frase(intitle: “Pesquisa”)
restringe a sua busca a resultados apenas aos títulos das páginas web.

Intext: é o oposto do intitle (intext: “Pesquisa”), buscando apenas
corpo do texto, ignorando títulos, links e assim por diante.

(Ps.: Intext => é perfeito quando o que você procura pode
geralmente aparecem na URL. Se você está olhando para o
HTML, por exemplo, e você não quer para obter resultados
como :

www.meusite.com / index.html

Nesse caso você pode digitar intext: html.)

Link: permite-lhe ver as páginas que estão ligando para a Web
dentro da página ou para outra página que você está interessado (deu pra entender? não ? rs)

para exemplo, tente digitar

link: http://www.pcmag.com , na prática acho que é mais facil entender rs


http://4.bp.blogspot.com/_Xs0j-5jRkJ0/R125MnF-tDI/AAAAAAAAB3Q/3nggFByvB-w/s400/dica+do+mes.gif

DICA

Tente usar o site(o que restringe os resultados a nível superior
domínios) com intitle: para encontrar determinados tipos de páginas.
Por exemplo, obter páginas de games em servidores ftp
pesquisar intitle: “FTP” site: Games.
Experimente a mistura de vários elementos, você vai desenvolver várias
estratégias para encontrar as coisas que você quer mais eficazmente.
O site: é um comando muito útil como uma alternativa aos motores de busca medíocre incorporado a muitos locais.

O Google tem um número de serviços que podem ajudá-lo
realizar tarefas que você pode nunca ter pensado em realizar usando o Google para isso.

Por exemplo, a característica calculadora permite-lhe fazer contas apenas digitando na caixa de pesquisa e tambem uma variedade de conversões de
moedas, medidas, e muitas outras coisas.

Para um divertimento extra, tente a consulta “Resposta a
vida universo e tudo mais. ” (Em inglês, porque o Brasil é pobre até o Google decidir traduzir rs [ digite: "answer to life, the universe and everything" ])

A Resposta será 42, ou seja , uma resposta filosófica, isso prova qque a calculadora do Google pode ir muito alem do que pensamos.
Ficou curioso pra saber porque 42 né ? rs , mais isso ja é assunto pra outro tópico.

Suponha que você queira entrar em contato com alguém e não tem o seu
número de telefone . O Google pode te ajudar com isso também.
Basta digitar um nome, cidade e estado. (A cidade é
opcional, mas você deve entrar em um estado.) Se um número de telefone
coincide com o anúncio, você verá que no topo do
resultados de pesquisa juntamente com um link mapa para o endereço. Se
você prefere restringir os resultados, rphonebook uso: para
anúncios residenciais ou bphonebook: para as empresas
listagens.

Aqui estão algumas maneiras mais inteligentes de ajustar o seu Google
para pesquisas.

http://www.senado.gov.br/sf/senado/portaldoservidor/jornal/jornal99/Imagens/prazo.jpg

Pesquisa dentro de um prazo

Você pode restringir suas pesquisas a páginas que foram indexadas dentro de um determinado período de tempo. (Daterange: pesquisas até quando o Google indexou
uma página, e não quando a própria página foi criada.) Este operador pode ajudá-lo a garantir que os resultados terão o índice fresco (usando datas recentes), ou você pode usá-lo para evitar a nevasca, um tópico de notícias atuais e concentrado somente em resultados mais velhos. Daterange: é realmente mais útil se você ir para outro lugar para tirar proveito dela, porque daterange: requer datas do calendário juliano, não-padrão. Você pode encontrar os conversores na Web

(tais como http://aa.usno.navy.mil/data/docs/JulianDate.html )

Google “O Buscador!”

Graças às suas propriedades muito diferentes de busca, o Google
vai muito além de um motor de busca regular.Tente fazer alguns dos truques deste post você ficará surpreso com quantas
maneiras diferentes Google pode melhorar a sua Internet
pesquisa.

Dicas para escolher e comprar um notebook

Postado por Viny Games Em 25 de dezembro de 2009

http://conteudonulo.files.wordpress.com/2009/02/notebook-barato.jpgDiversas vezes amigos meus me pediram ajuda pra comprar um notebook, aí perguntam ?Dell é bom??, ?Sony é bom?. Pô eu sei lá?? ? fico pensando. São tantos fatores que determinam se um notebook é bom ou não que você pode ter um bom de uma marca desconhecida e um ruim da Sony. E olha que ainda tem o fato de que os fatores que determinam se um notebook é bom são bem diferentes de um desktop.

Como eu analiso na hora de comprar um Notebook? O que passa pela minha mente perturbada? Vou lhes dizer o quê.

1) Quanto de memória tem a máquina? Quanto mais melhor, mas eu diria que hoje, 1GB é o mínimo que deveria ter.

2) Qual o processador? Fico espantado de ver no jornal um anúncio das casas Bahia vendendo notebooks com processador Celerom com altos preços. Se você quer um computador pra acessar a internet e trabalhar com o Office, talvez um processador fraco seja suficiente mas lembre-se que novas versões dos programas consomem mais processamento e sempre queremos elas. Exija um bom processador Centrino da Intel por exemplo, desenvolvidos para notebooks e que consomem pouca energia e tem bom desempenho. Veja a tabela de desempenho por preço:

http://www.publival.pt/loja/images/processadores.jpg

Tabela de processadores (Loja Newegg)

Tabela de processadores Intel.

3) Funcionalidades. Portas USB, Firewire, Bluetooth, Webcam, rede sem fio (wireless) e rede normal. Cheque se o notebook tem estes ítens pois eles são quase que obrigatórios hoje em dia. Modem não é mais tão importante até porque se você tem um celular bluetooh ele pode servir do modem pro seu notebook.

4) Peso. Quanto menos pesar melhor mas o preço aumenta. Se você anda muito carregando o notebook isso será um fator de ?peso? literalmente na hora da escolha.

5) Vida útil da bateria. Pergunte sobre a duração da bateria e cheque se existe no mercado a venda desta bateria pois um dia a bateria original vai morrer e você terá que comprar uma nova.

6) Tamanho da tela. Uma tela de 17 polegadas impressiona, mas também impressiona a bateria que dura muito pouco nestes notebooks. Eu gosto de 14 polegadas mas de 15 também é uma ótima escolha. Se não for fundamental pra você, compre de telas menores porque você poderá usar mais tempo o notebook quando estiver longe de uma tomada.

http://www.mercashop.com.br/imagens/produtos/-Hd-notebook-320GB-7-200-Sata2-Western-Digital_00468_g.jpg

7) Disco rígido (HD). Espaço é aquele negócio ?sempre queremos mais?. Um disco com menos de 80GB eu diria que é pequeno. Veja também a velocidade (RPM) do disco, 5400 RPM é uma boa velocidade pois é bem mais rápido dos que tem 4K e consome menos bateria dos de 7200RPM. Verifique também se dá pra trocar o HD facilmente pois é uma peça que normalmente estraga rápido em notebooks.

Placa de vídeo. Normalmente um notebook não terá uma boa placa de vídeo e se você precisa de alto desempenho em aplicações gráficas ou simplesmente pra jogar, terá que verificar qual a placa de vídeo que vem nele. Cheque a memória da placa de vídeo pois para ser uma boa placa deve ter no mínimo 128Mb de memória.

http://images.quebarato.com.br/photos/big/8/1/3D2581_1.jpg

9) Drive leitor de CD e DVD. Acho que hoje todos os notebooks devem ler/gravar CDs e DVDs. Algo menos que isso seria um leitor de DVD com gravador de CD, talvez seja aceitável e pra mim não seria nada decisivo na hora de escolher entre um modelo e outro.

10) Tempo que você ficará com o notebook. Lembre-se também que um notebook custa caro e que você ficará com ele mais tempo que normalmente fica com os desktop que compra, então pense no futuro à longo prazo para não perder dinheiro no investimento que está fazendo. Uma boa marca custa mais mas talvez tenha melhor suporte e garantia.

http://macmagazine.uol.com.br/wp-content/uploads/2008/03/07-ondecompraripods.jpg

Onde comprar seu notebook? Existem muitas grandes lojas vendendo, acho que eu escolheria comprar numa loja ao invés de comprar online pois qualquer problema poderia levar e trocar imediatamente ao invés de passar terror enfrentando o correio.

Hoje eu tenho um Macbook Black com 2GB de RAM e 250GB de HD. A única coisa que sinto falta nele é uma boa placa de vídeo. Ano que vem ele será trocado por um MacBook Pro de 15? já com o OSX 10. 5 Leopard e o que vier de novidades da Apple até lá.

Espero que tenham gostado das minhas dicas. Boa sorte e boas compras.

Escrito Por : Explor3r
Edição e Imagens Por : Mrk3004 [Viny Wink]

Viny Games Corporation

2010